Bacharel Carioca

17.6.08

Um minuto de silêncio...


Obrigado, Mestre! Muito obrigado...
Mangueira - Jamelão 2002

19.12.07

O bom filho a cara retorna...

Voltei!

Depois de 2 meses de ausência forçada devido à faculdade, cá estou!
Férias, enfim... e com ela chegando as festas de finais de ano (animação zero), meu aniversário e muitos, mas muitos ensaios para comparecer!
Um ano que foi nota 7,5! Na próxima postagem farei uma retrospectiva! hahaha

Bom, no momento continuo com aquela confusão permanente na cabeça, vivendo o presente e deixando as coisas acontecerem conforme o destino...

Aliás, ontem no trem, voltando com Rodrigo da faculdade, me veio à cabeça justamente essa questão: destino. Ano passado aconteceu algo, em apenas um dia, que não tinha acontecido durante um ano inteiro... Coisas do destino ou conicidência? Acredito que no destino...


Na segunda tive uma conversa com uma pessoa muito querida, rápida, mas que mexeu profundamente comigo. Acho que a pessoa tem razão sobre minha ausência (Viram?! Não é só no blog...hahaha)


É isso, sem muito assunto nesse momento, apenas descanso e a preparação para a volta com o blog!


Abraços a todos e rumo ao Hexa em 2008!

6.10.07

Trabalho de Redação Jornalística - Segundo

O Brasil Energético

Apresentação:

O petróleo, combustível fóssil de maior procura mundial, é o principal produto energético atualmente e talvez o mais importante da história da humanidade. Foi alvo de disputas entre nações, guerras entre países vizinhos e enriqueceu muitos Xeiques e empresários. Porém o Ouro Negro, como é também conhecido, não será suficiente para gerações futuras, a fonte que hoje jorra dólares e move quase o mundo inteiro está com os dias contados. E para o futuro, poucas nações se preocupam com novas fontes de energia, principalmente as renováveis, como o Etanol. O Brasil é uma delas. Através do Álcool Combustível, o país vem ganhando mercado e reconhecimento internacional, mas algumas barreiras ainda estão no caminho. Entre elas, o protecionismo de alguns países que não vêem com bons olhos o produto brasileiro e sua possível ascensão.

A energia na história

Quando Martin Afonso de Souza trouxe as primeiras mudas de cana-de-açúcar da ilha da Madeira e instalou o primeiro engenho da colônia em São Vicente, no ano de 1533, jamais imaginaria que tal agricultura seria um manancial de frutos por quase quinhentos anos. Se nos séculos XVI e XVII o principal produto produzido a partir da cana de açúcar era o Açúcar, valioso instrumento de exportação mercantilista de interesse e ganância de portugueses, holandeses e outros, hoje em dia despertam olhos açucarados no biocombustível.

Essa nova utilização da Cana de Açúcar como matéria prima para derivados importantes surgiu a partir da primeira Crise do Petróleo, na década de 70. O governo brasileiro numa atitude solitária e contrária aos demais países internacionais lançou o programa Pró-Alcoól, que impulsionou o Etanol como principal derivado da cana. Com o financiamento de estudos em universidades e subsídios a montadoras que estavam instaladas no País devido ao Milagre Econômico Ditatorial, surgiram os primeiros veículos adaptados para receberem dois tipos de combustíveis: A Gasolina e o Álcool.

Com a Ascensão do Aiatolá Khomeini, no Irã, em 1979 e a conseqüente disparada do preço do petróleo em, 1000%, o Etanol ganhou importância fundamental para estabilizar o setor energético brasileiro. Começaram então a cruzar rodovias os primeiros carros exclusivamente com etanol. O pioneiro foi o FIAT 147. Após a Guerra do Golfo e a queda da União Soviética, o Álcool perdeu seu valor devido à diminuição do preço dos barris de petróleo. Políticas protecionistas de países europeus e principalmente por parte dos EUA, decretaram de vez a queda gradativa do Etanol.

Com o Neo Liberalismo brasileiro que levou a privatização de diversas estatais, a valorização das empresas do mercado interno, leia-se políticas de incentivo, ficou quase que “jogada pra escanteio”. O Pró-Alcoól praticamente foi desfeito, até porque a maior empresa nacional, a Petrobrás, estava em alta. Acordos de exploração e novos poços de petróleos eram firmados, a anexação de novos mercados consumidores, entre outros fatores, ajudou para que o combustível fóssil voltasse a ser geradora de empregos e renda no Brasil Real, recém saído de uma grave crise financeira pós ditadura. A alta no preço do açúcar no mercado externo também desestimulou a produção do álcool, pois o lucro gerado por ele era inferior ao investimento, o que causava um déficit para o produtor.

O Etanol no Governo Lula

Um outro problema grave que prejudica o Etanol no mercado é que em períodos frios o álcool tem um desempenho ruim, levando danos sérios aos motores dos veículos usados por eles. Mas com a escassez e elevação contínua do preço do petróleo, o álcool passou a ser misturado em até 20% com a gasolina para amenizar o valor do combustível para o consumidor.

Assim que foi eleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deparou-se com um problema sério e que vem se arrastando ao longo dos governos federais: o problema energético no Brasil. E isso envolve desde as hidrelétricas até os combustíveis para veículos e maquinários industriais. Em meio a um possível “colapso energético”, o novo governo decidiu priorizar um setor que daqui a algum tempo trará sérios problemas para o brasileiro, o petróleo. Isso se deve porque as reservas brasileiras, são limitadas para a auto suficiência nacional a longo prazo. Com o ritmo de produção nacional, algo em torno de Um milhão e 800 mil barris por dia, daqui a um tempo o Brasil novamente terá que importar petróleo.

O País expandiu suas áreas de exploração para países vizinhos como Bolívia e Argentina, mas a crise diplomática causada pelo presidente boliviano Ivo Morales, acelerou ainda mais o investimento em biocombustíveis. Com o preço do produto muito alto já há alguns anos, atingindo US$ 79,91 no último dia 12 de setembro, foi preciso encontrar uma alternativa para a obtenção de novas fontes energéticas renováveis.

Sem saída, a solução foi um velho conhecido dos brasileiros, o Etanol. Com áreas de plantios vastas em território nacional, o projeto ganhou força e investimentos. Mas dessa vez não do capital federal, mas privado. Em fevereiro de 2006, o bilionário húngaro George Soros concretizou a compra de uma Usina de Álcool em Monte Alegre, Minas Gerais.

Mas o que despertou rapidamente o interesse no Etanol? São duas as respostas, os subsídios que o Governo Federal injetou nos últimos três anos e a principal virtude do Etanol, a não proliferação de gases poluentes na natureza. O Efeito Estufa que tanto preocupa e deixa empresários em alertas, tornou-se irrelevante frente ao Etanol, pois o combustível é 100% natural. Isso fez com que muitos investidores que tem negócios ameaçados por causa do pacto de não-poluição, vislumbrassem no combustível natural uma forma alternativa de renda.

Quem saiu ganhando com isso tudo foi o próprio País, que ganhou investidores, pesquisas na área e principalmente uma sólida fonte de energia. A evolução já pode ser sentida na balança comercial brasileira, em 2000 o País exportava 95 milhões de litros do Etanol. Em 2006 esse número cresceu para 3,4 bilhões de litros em um lucro de US$ 1,604 bilhões. Além disso, o Brasil deixou de importar diariamente o equivalente a 200 mil barris de petróleo substituindo a gasolina pelo álcool, ou cerca de 10% de seu consumo atual.

Barreiras econômicas para o Etanol

O maior importador do Etanol no ano passado foram os EUA, com 1,7 bilhão de litros. Devido a uma nova legislação em vigor nos Estados Unidos, as distribuidoras de combustíveis precisaram trocar um produto petroquímico que era aditivo da gasolina americana, o MTBE (sigla em inglês para Metil Terc-Butil Éter), por etanol, com o intuito de reduzir a emissão de poluentes.

Curiosamente, é da terra do Tio Sam que parte a principal barreira econômica para o crescimento ainda maior do Etanol. A sobretaxa de US$ 0,54 por galão (cerca de R$ 0,30 por litro) imposta à importação de etanol do Brasil, ainda é um empecilho para o governo brasileiro. Num encontro entre os presidentes norte americano George W. Bush e o Lula, ano passado no Brasil, foi discutida uma diminuição dessa taxa, mas nada foi concretizado.

Mesmo taxando o produto brasileiro, a importação americana cresceu 578% em relação a 2005, isso porque a indústria local não tinha capacidade de suprir a procura pelo produto.

O presidente americano tem como plano estratégico para o enfraquecimento do Oriente Médio e consequentemente o redirecionamento econômico, transformar o Etanol e os biocombustíveis em uma rápida opção energética. Isso favoreceria o enfraquecimento do petróleo e possivelmente, seu valor mercantil. Porém essa opção não interessa aos norte-americanos, de imediato, que sejam nas mãos de uma outra nação. Daí o interesse em ter o Brasil como parceiro, além de grande capacidade de produção, sempre foi um aliado histórico. Mas especialistas políticos questionam essa “parceria”, apontando para uma possível dependência brasileira frente aos amigos da América do Norte.

E a tendência não parece mesmo favorável para o Brasil, no que depender dos políticos americanos. Barack Obama, senador americano e um dos que lutam para ser candidato a presidência dos Estados Unidos nas próximas eleições pelo Partido Democrata, faz coro contra o acordo Brasil – EUA. Ele foi o autor de dois projetos de leis que incentivavam o Etanol em seu País. Porém eram apenas mais um dos recursos para contribuir com os subsídios aos plantadores de milhos locais, base do Etanol norte americano. Tornou-se assim o pior dos pré-candidatos a presidência para o Brasil. Nos planos do Senador, caso seja eleito, está a diminuição gradativa do uso do petróleo. Cortes de até 2,5 milhões de barris em substituição ao Etanol entram no projeto, assim como aposentadoria de veículos não adaptados ao biocombustível.

Mercado Europeu ainda reluta ao Etanol brasileiro

Outro mercado que ainda reluta em aceitar o Etanol brasileiro, é a Europa. No início do mês de setembro, o presidente Lula viajou para alguns países do continente visando acordos e divulgação Álcool. No Brasil, a produção do Etanol custa menos da metade do valor do álcool produzido na Europa (0,25 centavos de Dólares o brasileiro e 0,68 centavos na União Européia), mas as taxas de até 55% impedem um progresso maior do combustível na UE. Para o petróleo nacional essa taxa é de apenas 5%, o que mostra a tática protecionista por parte dos europeus. No velho mundo, o etanol é produzido a partir da beterraba e do trigo.

A Suécia entrou na contra mão dos países vizinhos e já importa Etanol brasileiro, em quantidades consideráveis. O país tem como política a substituição do petróleo pelo álcool, faz incentivos de isenção de impostos para carros Flex (Adaptados para circular com Etanol) e ônibus locais já operam com biocombustível.

Petrobrás aberta ao Etanol

Maior empresa petrolífera do Brasil e a oitava mais respeitada empresa do mundo, a Petrobrás também percebeu que o futuro está no Etanol. Com planos de investimento girando em torno de US$ 112,4 bilhões até o ano de 2012, a empresa começar a firmar mercado com os biocombustíveis. Além do Álcool, também o Biodíesel está no projeto.

Há um medo por parte dos produtores de Etanol, de que a Petrobrás passe a controlar o setor de biocombustível. Para o presidente da empresa, José Gabrielli, não é esse o interesse da gigante petrolífera. O interesse maior é abrir novos mercados para o Etanol e lançá-lo como um combustível global, mas é claro, tendo o petróleo como “carro-chefe”. Para o Gabrielli, até 2020 o petróleo se manterá como a matriz energética mundial, quando no mesmo ano, 25% dos transportes utilizarão combustíveis renováveis. Essa tendência estará alicerçada principalmente, devido às preocupações ambientais.

Até lá a empresa tem ambições de tornar-se responsável por 10% do PIB brasileiro, ou seja, todas as riquezas produzidas no Brasil. E nesse ritmo, o Etanol terá participação fundamental. Daí o interesse imediato no Álcool como fonte alternativa de energia.

Para os próximos três anos, o Brasil pretender aumentar a produção de Etanol em 30% e ampliar seu campo de atuação. É aguardar para ver sair do papel a famosa frase: “Brasil, o país do futuro”.

28.8.07

Trabalho de Redação Jornalística

Salve Galera!
Bom, achei interessante psotar aqui nesse Blog, alguns trabalhos meus da faculdade. Até porque é interessante ver o que o pessoal acha.
Vamos ao primeiro:

Tema: "Meninos Cariocas do início do século XX e XXI, na criminalidade"
Baseado num texto de João do Rio

Criminalidade Juvenil Carioca

Pouca coisa mudou da virada do século passado para o que vivemos atualmente. A criminalidade juvenil apenas “entrou na inércia” e se mantém bem viva. A única diferença dos delinqüentes do início do século XX para os atuais, é a mentalidade dos mesmos. Vivemos um mundo mais globalizado, mais “high tech”, porém muito mais desigual de que há cem anos.

Os jovens de outrora e de hoje retratam apenas um quadro pintado pelas potências mundiais, um quadro de descaso, abandono, ilegalidade da nossa juventude. Jogada a mercê da própria sorte, onde a instrução que seria necessária para o desenvolvimento de uma nação é apenas tratada como alternativa e nunca como prioridade, acaba por formar novos criminosos. Mas porque tantos jovens de uma geração que perdura há mais de cem anos entram no crime? Porque ele quer estar na sociedade, participar da sua vida capitalista, ser mais um na roleta russa do dia-a-dia, mas não consegue. Não é apenas questão de estudo, dar-lhes uma instrução educacional, mas uma instrução de ser humano. É a velha máxima da conhecida frase: “A melhor forma de governar um povo, é mantê-lo na ignorância”.

É fácil encontrarmos em diversos pontos da cidade, crianças e adolescentes sem nenhuma assistência, seja ela afetiva ou social. E a notícia da TV que eles assistem: mortes, policiais no total abuso de poder subindo as favelas em que moram, corrupção governamental, abandono dos meios sociais, entre diversos outros exemplos, acabam por tornar banal qualquer tipo de crime. Com tal mentalidade e a convivência diária desses problemas, cria uma atmosfera nada favorável, que contribui de forma decisiva para o direcionamento errado da juventude brasileira. É uma questão muito mais complexa que apenas acusar de má índole o jovem, não parte simplesmente da pessoa o gosto pelo crime, mas de cima, da Carta, diversas vezes ferida por quem a promulgou.

Dos meninos do João do Rio aos meninos do Complexo do Alemão, há diferenças de épocas distintas, mas uma semelhança infelizmente as une mesmo depois de um século: o abandono social da massa brasileira que reflete no futuro da nação, os jovens.

4.8.07

Agosto o mês do...?

Desgosto que não é...

Na verdade, acho até que o ano começa pra mim em Agosto.
Recomeço das aulas(é o período mais longo), recomeço dos ensaios pelas escolas de samba, recomeço dos projetos... enfim é a época do recomeço! hehe

Os poucos, quase nenhum leitores desse blog (ahuauhahuauhhuahuahua), sabem que sou um apaixonado pela música brasileira e um pesquisador incansável da mesma. Pois bem, ontem parei para ver um documentário do mestre Cartola! É incrível como um gênio como ele, é tão desvalorizado no Brasil.
Os milhões de fãs do Mestre Mangueirense, com certeza ouvem as mesmas coisas que ouço sempre: "Mas isso é música de velho..."
Ontem tornei a ouvir essa maldita frase, porém cada vez que a ouço me sinto mais orgulhoso em bater no peito e cantarolar por aí: "Esquece nosso amor, vê se esquece... porque todo no mundo acontece..."
Salve Mestre Cartola, que rendeu meu primeiro samba enredo de verdade. Juntamente com Dudu, Gustavo Santos e Alvaro, compus um samba para a Paraíso do Tuiutí (Que não inscrevemos para o concurso de escolha), em homenagem ao sambista verde e rosa.

Abraços a todos e assistam ao vídeo, vale a pena...
Ah... se eu fosse bamba também...

23.7.07

"Pan, Pan, Pan, Pan..."

Bom, não iria falar do Pan e não vou! huahuhuhuhahaua

Mas vou falar sobre quem eu considero a MUSA do Pan: Natália Falavigna!!!
Eu já a conhecia do Campeonato Mundial que a mesma conquistou em 2005, mas nunca tinha "parado" pra assistir Taekowndo. Aliás, nunca fui fã de lutas marciais... Lutei durante algum tempo Judô, porque achava legal e meu pai era praticante, na Aeronáutica.


Passei a acompanhar algumas lutas durante o Panamericano, até que veio o Ouro do Diogo Silva. Mas eu queria mesmo era ver outro brilho, o da Natália.

Eis que a mesma sofreu, tomou joelhada da adversária e na final infelizmente não levou o tão sonhado Ouro.
Fiquei chateado, mas pra mim ela já é a Musa do Panamericano!


E como se dizia no Judô à minha época, ao cumprimentar o Mestre: SENSEI NI REI!

SALVE NATÁLIA FALAVIGNA!














19.7.07

***NOTA OFICIAL DA FIFA***

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